Finanças

Dólar cai novamente e chega aos R$ 3,17


Já o Ibovespa subiu pelo terceiro dia seguido, atingindo a 63,954 pontos


  Por Agência Brasil 12 de Janeiro de 2017 às 19:15

  | Agência de notícias da Empresa Brasileira de Comunicação.


A aceleração da queda dos juros básicos da economia pelo Banco Central não impediu a moeda norte-americana de voltar a cair e a fechar no menor valor em dois meses. 

Um dia depois da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que reduziu a taxa Selic para 13% ao ano, o dólar comercial encerrou a sessão desta quinta-feira (12/01) vendido a R$ 3,176, com queda de R$ 0,016 (-0,5%). 

A cotação está no menor nível desde 8 de novembro do ano passado (R$ 3,167).

O dólar operou em queda durante toda a sessão. No início da tarde, chegou a operar em estabilidade, mas voltou a cair nas horas finais de negociação. 

A divisa acumula queda de 2,3% nos primeiros dias de 2017. Como nos últimos dias, o mercado de câmbio operou sem intervenções do Banco Central. Desde 13 de dezembro, a autoridade monetária não compra nem vende dólares no mercado futuro.

Na reunião de quarta-feira (11/01), o Copom surpreendeu o mercado e cortou a taxa Selic em 0,75 ponto percentual. A redução foi maior que a esperada pelas instituições financeiras, que projetavam queda de 0,5 ponto.

FUGA DE CAPITAL

Em tese, a queda dos juros básicos estimula a fuga de capitais do país. No entanto, a inflação caiu mais que o previsto em 2016, fechando o ano em 6,29% , no menor nível desde 2013. 

Dessa forma, o fato de o Brasil continuar com juros reais (taxas nominais menos a inflação) altos continua a estimular a aplicação de capitais estrangeiros no país.

BOLSA

No mercado de ações, o dia também foi de ganhos. Em alta pelo terceiro dia seguido, o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, subiu 2,41%, para 63,954 pontos. 

O indicador está no nível mais alto desde 8 de novembro. As ações da Petrobras, as mais negociadas, subiram 1,66% (papéis ordinários, com direito a voto em assembleia de acionista). 

Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) fecharam com valorização de 1,53%.

IMAGEM: Thinkstock

 






Publicidade


Publicidade



Publicidade



Publicidade




Publicidade



Publicidade




Publicidade