São Paulo, 25 de Setembro de 2016

No Brasil, agora, deve ser tempo de decisões. Não se pode mais esperar que os interesses pessoais, partidários ou de grupos mantenham a nação em suspense

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A inflação pode ser vista como uma espécie de “imposto regressivo”, que “taxa” proporcionalmente mais aqueles que têm menor renda, ampliando a desigualdade entre a população

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Classificar como ofensivas as caricaturas e as imagens que expressam o sentimento de uma imensa parcela da população, e ainda mais proibi-las, é a mais descarada iniciativa de censura de que se tem notícia nesta república

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“Ninguém foi mais vitima da Dilma do que eu.”

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Se não ocorrer o afastamento da Presidente no curto prazo, teremos uma agonia prolongada. A crise econômica não vai ceder, podendo aumentar caso se recorra a pajelanças

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“Vivemos num sistema presidencialista de coalizão e a presidente não “presidencializa” nem “coaliza.”

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Precisamos de uma verdadeira elite de cidadãos autônomos que não aceita o discurso de que, para alcançarmos uma utópica e perversa "igualdade social" - ou "justiça social" - é preciso sacrificar as liberdades individuais

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“O Brasil não é a República da Cobra. Não vamos deixar essa cobra dominando porque somos seres de almas livres.”

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Com o aumento da oferta de crédito, mais gente está realizando o sonho da casa própria. Contudo, para que esse sonho não se transforme em pesadelo, todo cuidado é pouco.

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A presidente perdeu pé na situação quando não bancou o ministro Joaquim Levi e suas propostas, muitas nem votadas pelo Congresso Nacional

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