Sun05192013

Atualizado em:07:49:00 PM GMT

Em maio, avançam as vendas à vista.

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As vendas à vista foram o destaque na primeira quinzena de maio deste ano, subindo 13% ante igual período de 2012,  informou ontem a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), com base nos dados  da Boa Vista Serviços, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC).  Para Rogério Amato, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), "os dados confirmam a preferência dos consumidores (no Dia das mães) por itens de vestuário e de menor valor, conforme previsto na pesquisa ACSP/Ipsos. Entretanto, o bom resultado desses segmentos não podem ser projetados para este mês".
 
 
Emílio Alfieri, economista do Instituto Gastão Vidigal (IEGV), da ACSP, lembrou que a ligeira retração de 0,3% das vendas a prazo na primeira quinzena de maio ante período igual de 2012 reforça a avaliação de que a população está mais cautelosa em razão de compromissos assumidos anteriormente. "Outro fator importante é que a inflação dos alimentos pesa expressivamente sobre as classes C e D, o que lhes tira o dinheiro para adquirir outros bens", acrescentou. E reforçou que, na média das duas modalidades de vendas, à vista e a prazo, houve aumento de 4% no período. 

China ameaça a UE com retaliações

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A China ameaça retaliar se a União Europeia abrir formalmente investigação sobre o alegado comportamento anti-competitivo de fabricantes locaos de equipamentos de telecomunicações móveis. O Comissário de Comércio Europeu, Karel De Gucht, disse na quarta-feira que ele e outros comissários concordaram com a abertura de um processo anti-dumping e anti-subsídio contra a China, mas que antes tentaria negociar uma solução.
 
Apesar disso não ter sido mencionado na declaração do comissário, funcionários da UE disseram que os principais alvos da investigação seriam a segunda maior fabricante de equipamentos de telecomunicações do mundo Huawei e a também chinesa ZTE.
 
"Se a Europa insiste na abertura de uma investigação, a China segue as regras da OMC (Organização Mundial do Comércio) e tomará medidas firmes para salvaguardar seus legítimos direitos e interesses, e as consequências devem ser sofridas pela parte que provoca o atrito", disse o porta-voz do Ministério do Comércio chinês Shen Danyang.