Thu05232013

Atualizado em:11:37:56 AM GMT

Afif explica cargos na comissão

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O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, compareceu à Comissão de Ética Pública da Presidência da República para explicar a sua decisão de permanecer no cargo de vice-governador de São Paulo, acumulando as  funções.

Afif entregou ao conselheiro da comissão, Mauro de Azevedo Menezes, cópia do parecer da divulgado na noite de anteontem pela Advocacia-Geral da União (AGU), favorável ao acúmulo de cargos.

"Eu trouxe o parecer da AGU, que ajuda a esclarecer os pontos polêmicos de um fato novo, que é a assunção de um vice-governador ao cargo de ministro, para trazer o conforto da legalidade desta posição." Segundo Afif, seguindo a orientação da AGU, quando o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, viajar, no início de junho, ele poderá renunciar ao cargo ou tirar licença por tempo determinado.

Depois de dizer que, em junho, estará "pronto para auxiliar o meu Estado, cumprindo a tarefa para a qual fui eleito", Afif acrescentou agora que poderá renunciar para evitar problemas, o que levará a presidente Dilma Rousseff a ter de assinar um novo ato nomeando-o novamente ministro. "Aqui a Advocacia fala de licença, mas eu posso perfeitamente renunciar temporariamente para não gerar nenhum tipo de dúvida."

Trabalhadores rurais 'gritam' em Brasília

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Vestidos com túnicas pretas e segurando bandeiras, trabalhadores rurais de todo o País participaram ontem do 19º Grito da Terra Brasil com uma passeata pela Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Entre as principais reivindicações apresentadas pelos trabalhadores estão a reforma agrária e o combate à violência no campo. Os manifestantes defendem também melhoria na saúde pública e na educação.

Durante a marcha, eles fizeram um ato em frente ao Ministério do Trabalho para cobrar a regularização de alguns sindicatos. Segundo o vice-presidente da Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), Willian Clementino, sem o registro, os sindicatos perdem o direito de fazer negociações e acordos coletivos de trabalho e não podem cadastrar os assegurados especiais na Previdência: "Mais de mil sindicatos já solicitaram o registro."

Em frente ao Supremo Tribunal Federal, os manifestantes fizeram um minuto de silêncio deitados em protesto aos trabalhadores rurais assassinados no campo.