Sun05192013

Atualizado em:11:36:39 PM GMT

Aécio assume PSDB e ataca fragilidades do governo Dilma

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Em um discurso de ataque à administração da presidente Dilma Rousseff e ao PT, o senador Aécio Neves (MG) assumiu neste sábado, 18, em convenção em Brasília, a presidência nacional do PSDB. Ao lado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do ex-governador José Serra, Aécio fez um discurso de candidato e atacou as fragilidades do governo Dilma Rousseff, como a falta de infraestrutura, a volta da inflação, dos problemas da educação, saúde e segurança.
 
"O PT disse na propaganda que eles deram os primeiros passos, mas os primeiros passos foram dados ainda antes de nós, com a retomada da democracia, a retomada da estabilidade econômica e depois o início da transferência de renda. Tudo isso com a participação do PSDB", afirmou.
 
Aclamado pela militância como "futuro presidente da República", Aécio disse buscar inspiração nos legados de seu avô Tancredo Neves e de tucanos como Mário Covas e Fernando Henrique e Ruth Cardoso no momento em que se completa 20 anos da "maior transformação da história recente do País": o Plano Real. O tucano aproveitou para defender o governo de Fernando Henrique, atacou a usurpação de ideias do PSDB, como a estabilidade econômica e os programas de transferência de renda.

Governador de Goiás chama ex-presidente Lula de 'canalha'

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O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), chamou, há pouco, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de "canalha" ao se referir ao mensalão, durante a convenção tucana que confirmou o senador Aécio Neves (MG) na direção do partido. "Nunca antes neste País foi tão difícil ser oposição ao maior canalha deste país", afirmou em seu discurso.
 
Perillo usou o termo várias vezes, afirmando ter avisado Lula do esquema de pagamento de mesada a parlamentares em troca de apoio ao governo do Congresso Nacional. "Um dia tiver coragem de alertar a este canalha que no governo dele havia mesada pra comprar deputados e desde então fui escolhido ao lado de Artur Virgílio, José Agripino, Tarso Genro, como seus adversários maiores."
 
O governador ressaltou sua "solidariedade" a Aécio na campanha de 2014 e pregou a união da sigla. "Vamos provar para o Brasil que somos capazes, que somos competentes, que temos espirito publico, que sabemos administrar o dinheiro público e parcimônia."
 
Apoios.
 
Com um discurso crítico ao governo, o presidente do Democratas, o senador José Agripino (RN), exaltou o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e disse que o PT colocou "as garras de fora" quando assumiu o Palácio do Planalto. "Enquanto fizeram o que nós fazíamos, levaram o Brasil para frente. Quando sentaram na cadeira e colocaram as garras de fora, imundiçaram-se na corrupção do mensalão que o Brasil, hoje, renega."