Wed05222013

Atualizado em:03:11:26 AM GMT

Charles, o verdureiro.

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A fragilizada economia britânica engoliu os lucros do verdureiro mais elegante do reino: o príncipe Charles.

O herdeiro do trono abriu uma loja perto de seu palácio Highgrove, em Gloucestershire, sudoeste da Inglaterra, há oito anos. A loja, chamada The Veg Shed, ficou conhecida por vender produtos orgânicos não tão bonitos quanto os dos supermercados. Com a crise, a loja deixou de ser financeiramente viável porque os produtos ficaram mais caros.

"A The Veg Shed fechou, basicamente em resposta às tendências dos consumidores, uma preferência de comprar remotamente", disse a porta-voz da Clarence House, a residência oficial do príncipe Charles em Londres, ontem. Quem quiser consumir os alimentos poderá fazer encomendas pela internet.

Racismo em campo, não.

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Times poderão ser expulsos de torneios e até rebaixados se seus jogadores, comissão técnica, diretoria ou torcedores forem considerados culpados de racismo ou discriminação, de acordo com propostas apresentadas pela Fifa ontem após a primeira reunião de sua força-tarefa antirracismo.

A Fifa também propõe que uma pessoa seja destacada nos estádios com a função específica de identificar atos de discriminação. As propostas foram incluídas em um projeto que será apresentado no Congresso da Fifa, em Ilhas Maurício, no final do mês.

A Fifa criou a força-tarefa após o meia Kevin-Prince Boateng, do Milan, abandonar o campo com seus companheiros durante um amistoso contra o Pro Patria, da quarta divisão italiana, após ser alvo de racismo de torcedores. Outros casos envolveram jogadores como John Terry, do Chelsea, e Luis Suárez, do Liverpool, punidos pelo comportamento.