A nova guerra de Obama contra o terrorismo
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- Publicado em Sexta, 24 Maio 2013 00:01
- Escrito por Agências

O presidente norte-americano, Barack Obama, anunciou ontem uma série de mudanças na política de contraterrorismo dos Estados Unidos, ao afirmar que a ameaça ao país mudou desde os atentados de 11 de setembro de 2001, mas que nenhum presidente pode prometer "a derrota total do terrorismo".
Em discurso sobre a luta antiterrorista na Universidade de Defesa Nacional, nos arredores de Washington, Obama tentou se diferenciar da política que seu antecessor, George W. Bush, chamou de guerra global ao terrorismo, declarada depois dos ataques de 2001.
"Nossa nação ainda está ameaçada por terroristas", disse o mandatário. "Devemos reconhecer, no entanto, que a ameaça mudou e evoluiu em relação àquela que chegou até nós no 11 de setembro."
"Além de completar a retirada das tropas do Afeganistão em 2014", argumentou Obama, "devemos definir nosso esforço não como uma guerra infinita e global contra o terror, mas como uma série de persistentes esforços voltados a desmantelar redes específicas de extremistas violentos que ameaçam os EUA".
Mais uma falha das autoridades?
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- Publicado em Quinta, 23 Maio 2013 23:57
- Escrito por Agências

Os dois homens que evocaram o nome de Alá ao matar um soldado a facadas na periferia de Londres, na tarde de quarta-feira, já foram alvo de uma investigação dos serviços de segurança por supostas ligações com grupos extremistas. Eles foram dispensados, uma vez que não eram considerados uma ameaça séria.
O primeiro-ministro britânico, David Cameron, confirmou que eles já eram "conhecidos" pelos órgãos de segurança, mas não explicou se são ligados a grupos terroristas e por que estavam em liberdade.
Ele classificou o crime como uma "traição ao Islã" e disse que o país não vai ceder "ao terror e ao terrorismo".
O ataque parece se encaixar no perfil do "lobo solitário", levado a cabo por militantes que agem por conta própria, sem terem ligação com grupos como a Al-Qaeda.
Os suspeitos, cidadãos britânicos de origem nigeriana, estão internados sem risco de vida após terem sido baleados pela polícia no local do assassinato, em frente a um quartel no subúrbio de Woolwich.
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