Thu02232012

Atualizado em:02:41:00 AM GMT

O preço da lealdade

Como dar a cada hóspede em uma rede de 145 unidades, como a Accor no Brasil, a sensação de que ele é único, que sua presença é reconhecida e valorizada, assim evitando a impessoalidade do trato, frio e impessoal, típico das grandes cadeias? Nem mesmo o apoio da tecnologia da informação e programas como o CRM faz o milagre. É que fica faltando na experiência da hospedagem o calor humano e o tratamento diferenciado. 

O grande desafio não é apenas premiar a frequência do uso do hotel, coisa que todos os concorrentes fazem, mas principalmente criar vínculos.  Este é o cerne dos programas de relacionamento da Accor, criados não apenas para agradar o consumidor final, mas também os principais stakeholders.  "O hóspede cada vez mais precisa se sentir próximo à marca, entendendo que os serviços prestados estão diretamente ligados às suas necessidades", explica Renato Camargo, gerente-geral de Marketing de Relacionamento e Parcerias Estratégicas da Accor para a América Latina, que antes atuou na Gol e Agaxtur.  

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Passageiro Vip: Francisco Gonçalves

 

A Swissport é responsável pelo apoio terrestre a 100 milhões de passageiros de avião e 3,2 milhões de toneladas de carga de 650 companhias aéreas do mundo, em 177 aeroportos, de 36 países. O seu CEO no Brasil é carioca e advogado, com especialidade em Direito Empresarial e Master of Business Administration (MBA). Casado e com uma filha que também deve se formar este ano em Direito, Francisco por 16 anos trabalhou para a extinta companhia aérea Transbrasil. "Atuei da rampa à gerência geral de aeroportos", conta ele.
 
Antes de assumir a direção da Swissport, onde começou em 2004, foi seu gerente de operações. "Somos líderes de mercado e a maior realização foi trazer a empresa à liderança com crescimento sustentável, e atendendo às quatro grandes empresas aéreas do País", comemora Francisco. 

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