Sun05192013

Atualizado em:11:36:39 PM GMT

Trimestre melhor que a encomenda

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A atividade econômica brasileira acelerou no primeiro trimestre deste ano, com expansão de 1,05% sobre outubro a dezembro passado, quando o crescimento foi de 0,63%, mostrou o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) divulgado ontem. Entretanto, o ritmo não foi suficiente para dissipar a percepção entre analistas de que a atividade permanecerá errática ao longo do ano. Na comparação com março de 2012, o IBC-Br avançou 3,61%; em 12 meses, 1,20%.
 
Só em março, o indicador – considerado uma prévia da medição do Produto Interno Bruto (PIB) – registrou alta de 0,72% sobre fevereiro, de acordo com dados dessazonalizados do BC. A leitura de março mostrou ainda que a atividade reverteu a queda de 0,36% de fevereiro em comparação a janeiro, dado revisado ante recuo de 0,52% divulgada anteriormente.
 
"O IBC-Br mostra que o PIB do primeiro trimestre deve se acelerar em relação ao quarto de 2012, mas ainda é uma recuperação lenta", avaliou o economista da MCM Consultores Associados Leandro Padulla. Ele estima expansão  de 0,8% nos três primeiros meses deste ano em relação ao final de 2012, com esse ritmo se mantendo ao longo dos trimestres seguintes e fechando o ano com alta de 2,9%.

O valor da proteção da marca

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Ampliar o campo de atuação é uma estratégia fundamental para as pequenas e médias empresas que desejam exportar seus produtos em um mercado cada vez mais globalizado. Assim, a adoção de proteção de marcas e patentes pode tanto resguardar investimentos em criação de produtos quanto torná-los mais acessíveis em determinados países cujas legislações são muito diferentes das brasileiras. Estes foram alguns dos temas abordados no workshop "Proteção de marcas, patentes e trabalhos intelectuais", ministrada ontem na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
 
O evento foi realizado no âmbito do Projeto Exporta, São Paulo, que faz parte da SP Chamber of Commerce, departamento da ACSP criado para o estímulo ao comércio internacional. Seu coordenador geral, José Cândido Senna, enfatizou a importância de estimular a disseminação de informações sobre inovação. "Nosso objetivo é preparar os exportadores para enfrentar a concorrência internacional. Formamos competidores globais no estado de São Paulo e as atividades de hoje inserem-se no contexto da série que criamos para abordar estes temas batizada Caminhos da Inovação", disse.