Fri05242013

Atualizado em:03:11:50 AM GMT

FecomercioSP cobra acordo

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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) cobrou em nota ontem o fim das greves que estão em andamento e pediu que o governo federal e os servidores públicos cheguem rapidamente a um acordo para evitar mais prejuízos ao País.
 
Na avaliação da entidade, falta regulamentação para as mobilizações trabalhistas e o Congresso Nacional precisa "suprir uma omissão histórica e criar uma lei ordinária regulando o direito de greve para o setor público", a fim de evitar situações semelhantes no futuro.
 
A entidade afirma não ser contra o direito de greve, mas ressalva que o reajuste de até 56% reivindicado pelos grevistas é "irreal", estando acima da inflação acumulada dos últimos 12 meses. Segundo a entidade, o gasto adicional seria de R$ 92 bilhões por ano aos cofres públicos, equivalente a 2% do Produto Interno Bruto (PIB).
 
Na avaliação da Federação, a paralisação gera prejuízos para a economia nacional ao afetar serviços fundamentais como o armazenamento de produtos nos portos, a liberação de medicamentos importados e o comércio externo, além de prejudicar o policiamento nas fronteiras, a emissão de passaportes e os serviços nos aeroportos brasileiros.
 
"Os congestionamentos nas rodovias federais são outro ponto grave a ser considerado, já que prejudicam as áreas de logística e podem culminar em desabastecimentos pontuais e prejuízos ao comércio", conclui a entidade

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