Sat05182013

Atualizado em:11:39:03 PM GMT

Na reta final para enfrentar o LEÃO

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O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) deste ano termina amanhã e, quem ainda não enviou, deve fazer isso ainda hoje. O contribuinte que deixou para a última hora pode ter problemas para acessar o site da Receita Federal, que geralmente fica congestionado. Até sexta-feira, o órgão recebeu 17,6 milhões de declarações e a expectativa para este ano é que a quantidade supere os 26 milhões, um volume recorde.
 
Neste momento, especialistas recomendam aos contribuintes fazer a declaração mesmo sem todas as informações e documentos necessários, para evitar a cobrança de multa. Depois, é preciso retificar o quanto antes, para não cair na malha fina.
 
A declaração e a retificação podem ser preenchidas e transmitidas pelo aplicativo que está no site da Receita (www.receita.fazenda.gov.br). Para a correção, deve-se informar que a declaração é retificadora no campo "Identificação do Contribuinte" e digitar o número do recibo de entrega da declaração anterior. 

Poupança: TR continua zero.

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A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), de elevar a taxa básica de juros (Selic) para 7,5% ao ano, na semana passada, terá um impacto pequeno sobre aplicações em renda fixa, de acordo com especialistas. Assim, a nova poupança passa a render 0,4273% ao mês ou 5,25% ao ano. O percentual corresponde a 70% da taxa Selic. A nova poupança também é corrigida diariamente pela Taxa Referencial (TR), que continua zerada, segundo José Dutra Vieira Sobrinho,  professor de matemática financeira do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa), vice-presidente da Ordem dos Economistas do Brasil (OEB) e conselheiro do  Conselho Regional  de  Economia de São Paulo (Corecon-SP).

Ele diz que quem tem recursos na antiga caderneta de poupança (com depósitos realizados até 3 de maio de 2012) não deve mexer, já que a aplicação oferece um rendimento fixo de 6,17% ao ano ou 0,5% ao mês mais TR. "A TR só volta a ser um fator de correção maior que zero se o juro subir para acima de 8%", diz.