Empresário mostra como sair do purgatório
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- Publicado em Domingo, 03 Fevereiro 2013 18:44
- Escrito por Rejane Tamoto

Depois de três anos num "purgatório de dívidas", o empresário mineiro Edivan Costa, 40 anos, segue com rigor um novo mantra como diretor da empresa especializada em licenças governamentais Sedi. "Crédito, agora, só para crescimento e não mais para manutenção." Quem olhava a empresa, há três anos, não entendia como mergulhou em um mar de dívidas bancárias.
A Sedi nasceu em Belo Horizonte, como empresa individual há 15 anos, e nos últimos seis passou por expansão acelerada – mais 11 unidades em outros estados. Tem clientes do varejo e multinacionais. Mas esse salto, sem gestão adequada, que a fez contratar 80 funcionários, cobrou um preço. "Na primeira fase de crescimento tomamos muito crédito em bancos, tanto para o capital de giro como para a expansão. Isso porque tínhamos com clientes um prazo de 45 dias de recebimento e precisávamos financiar o contas a pagar. Quitamos tudo", diz.
O problema veio quando Costa conseguiu conquistar clientes de grande porte, como redes de supermercados, que têm prazo superior para pagamentos, de até 120 dias. "Crescemos, mas não tínhamos fluxo de caixa ou contabilidade institucionalizada. Perdemos o controle de prazos de recebimentos e de pagamentos. Não tínhamos caixa para segurar prazo de recebimento de 120 dias. A dívida cresceu e chegou a corresponder 90% da receita. Ficamos dependentes dos bancos", conta. Quanto mais crédito entrava em uma situação como essa, maior ficava a bola de neve. O empresário diz que para pagar os funcionários usava a conta garantida e implorava por mais limites aos bancos.
Pontos que valem dinheiro
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- Publicado em Domingo, 27 Janeiro 2013 21:06
- Escrito por Rejane Tamoto
É um "dinheiro" que você já gastou, foi "devolvido" e você nem viu, mas que pode "comprar" produtos e serviços diversos, de CDs a passagens aéreas, de televisor a assinatura de revista. É assim que os pontos acumulados em programas de recompensas de cartões de crédito e empresas do varejo às vezes são tratados pelo consumidor. Se você faz parte de um desses programas e ainda não aproveita as vantagens sempre pode começar.
A lógica dos programas de recompensas de conceder pontos a cada valor gasto no cartão de crédito ou em estabelecimentos comerciais e de serviços é bem clara: a intenção das empresas é estimular o consumo e manter o cliente fiel. Para o consumidor, o programa pode se tornar um benefício desde que ele trabalhe para isso. Segundo especialistas em finanças, é preciso atenção, disciplina e controle para fazer um melhor aproveitamento dos pontos. É essencial pesquisar regras, acompanhar a pontuação e ficar atento aos prazos de expiração. Além disso, o ideal é fazer um planejamento para trocá-los por um produto ou serviço bem desejado, desde que isso não tire o orçamento do controle.
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