Mon05202013

Atualizado em:02:56:28 AM GMT

Ciclista dá pedal ao comércio

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Os ciclistas pedalam forte para conquistar seu espaço na capital, e aos poucos vão ganhando mais força. Sabendo disso, alguns comerciantes perceberam que tratar bem quem se desloca daqui para lá de bike, arriscando-se entre carros, motos e ônibus, é um bom negócio. O mesmo foi comprovado pelo Departamento de Transportes de Nova York, que afirma que as ciclovias beneficiam o comércio local.

Empresários e comerciantes de São Paulo fizeram pequenas adaptações, tornando lojas, restaurantes e supermercados mais 'bike-friendly', além de oferecer brindes e descontos para atrair esse público. "Nossa cidade ainda é carente de infraestrutura para o ciclista. Por isso, acredito que um gesto de boas-vindas pode melhorar a rotina de muita gente, além de ser uma forma de criar uma clientela fiel", conta Fernanda Barros, 37 anos, chef e proprietária do Le Repas Bistrot, em Pinheiros.

Em novembro de 2012, Fernanda decidiu mimar seus clientes e instalou um paraciclo (estacionamento rotativo para bicicletas) em frente ao seu bistrô. Além disso, passou a oferecer uma salada de folhas como cortesia para quem chega de bike ao Le Repas. Gastou cerca de R$ 120 com a instalação, que acomoda quatro magrelas. Os almoços de sábado e domingo movimentam o paraciclo, estimulando muitos clientes do restaurante a deixarem seus carros em casa e sair pedalando.

Crimes geram mal estar na cúpula da Virada Cultural. PM nega crise

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A morte de duas pessoas e a ocorrência de disparos, arrastões, assaltos e brigas durante a Virada Cultural tem gerado um mal estar entre os órgãos envolvidos com a organização e a segurança do evento. 
 
Oficialmente, a Polícia Militar nega que haja qualquer crise entre a corporação e a Prefeitura de São Paulo. A Secretaria Municipal de Cultura informou apenas que vai comentar o assunto mais tarde.
 
PM e Prefeitura pretendiam dar uma entrevista coletiva às 12h deste domingo para apresentar um balanço parcial das ocorrências da madrugada. Avisados sobre a entrevista durante a manhã, cerca de 30 jornalistas esperaram por 1h40 até que, por volta das 13h40, o coronel da PM Marcelo da Silva Pignatari, comandante da operação, apareceu na Sala de Imprensa da Virada para falar que a coletiva seria adiada para as 18h.