Mon05212012

Atualizado em:10:41:23 PM GMT

Quando você precisa de uma chacoalhada

 

Semanas atrás falávamos de carreira como um casamento arranjado. Muitas vezes isso ocorre. Pior ainda quando as pessoas não percebem que estão amarrados, que não conseguem sair do mesmo. É como se a pessoa não encontrasse um caminho na carreira.

 

Achar o caminho certo não é como compartilhar a vida com alguém ou achar um lugar para viver. É uma realização. Não se acha, conquista-se. Uma vez conquistado, a tendência é  manter o curso. É seguro. É confortável. Mas, se o caminho não estiver correto?

 

Muita gente entra na vida profissional ajudado por alguém. Pode ser um pai, um tio, um amigo do pai ou da mãe, um parente. Se a pessoa alcança o sucesso, mérito dele. Mérito também da pessoa que indicou o candidato. E, assim, todos foram felizes para sempre. Não é ficção, isso pode ocorrer. Pode. Mas, a pessoa está feliz com a carreira?

 

Aí vem a pergunta: o que ocorreria se mudasse o rumo das coisas? Sair da zona de conforto. É fácil fazer hipóteses, mas na vida isso é talvez uma das mais difíceis tarefas de um profissional. Os conservadores dizem que isso é flertar com o risco. É trocar o certo pelo incerto.

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Algumas dicas para não estragar a carreira

 

Todo mundo comete erros na carreira. Ninguém escapa disso. O importante é aprender com os erros. Dizem que aprender com os seus próprios erros é sinal de inteligência. Aprender com os erros dos outros é sabedoria.

 

O fundador da Honda, Sr. Soichiro Honda, deu uma entrevista há mais de trinta anos para uma revista masculina. A Honda havia entrado no mercado norte-americano, com o Honda Civic. E fazia muito sucesso. Aproveitando o sucesso, a revista fez a entrevista com o Sr. Honda.

 

Na sua última pergunta, o jornalista pediu um resumo da vida. Qual não foi a surpresa quando o Sr. Honda disse que a sua carreira havia sido uma sucessão de erros. O jornalista teve que fazer nova pergunta: “como se explica, então, o seu enorme sucesso?” A resposta foi na lata: “nunca cometi o mesmo erro duas vezes”.

 

O duro é que não raras vezes nós cometemos o mesmo duas vezes. Isso falando em carreira. Se a pessoa está no comando de uma grande empresa, muitas vezes, o erro pode ser fatal e não existe nem chance de cometer outro erro. Tarde demais.

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Linha de frente ou retaguarda?

 

Os campeonatos regionais de futebol estão na reta final e logo devem sair os campeões. Por isso, parece oportuno fazer algumas metáforas das carreiras em cima do futebol.

 

Antigamente, quando os meninos queriam jogar futebol nos campinhos do bairro, começava a costumeira discussão: qual a posição que você joga? A partir das habilidades de cada um, formava-se o time e começava a “pelada” (o jogo).

 

Normalmente, quem trazia a bola mandava, isto é, já ia escolhendo a posição para jogar e quase sempre, o jogador queria jogar “na linha”, isto é, como atacante. Depois vinham as escolhas das posições de meio-de-campo e de defesa. Coitado (s) daquele (s) que sobrava(m), ia(m) para o gol. Goleiro sempre foi uma posição maldita.

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