Os altos e baixos da carreira
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- Publicado em Segunda, 13 Maio 2013 21:52
- Escrito por Teruo Monobe

É até normal que a carreira de um profissional não seja retilínea. Altos e baixos podem se alternar, independentemente ou não do controle do indivíduo. Nessas fases, a pessoa vive sensações de euforia e desalento. Difícil manter a cabeça no lugar em qualquer dessas fases.
Talvez seja até mais fácil manter a cabeça no lugar durante a fase de desalento, pois a tendência de um indivíduo é medir bem os riscos, ficar mais cuidadoso. Duro é conter a euforia. Muitos não conseguem controlar sua euforia, e é aí que mora o perigo.
Existe também a fase em que parece que a carreira se estagna. É questão de percepção. É uma fase perigosa, pois isso acaba causando o comodismo. O indivíduo acaba achando que tudo é rotina, não consegue pensar em avançar. É uma fase perigosa, tanto quanto a fase da euforia.
A realidade é que a empresa tem às vezes uma hierarquia rígida, uma estrutura que amarra o indivíduo. Tempos atrás, falava-se até que esse indivíduo se tornava um eunuco profissional, uma expressão muito forte. A expressão não existe mais, mas a metáfora continua válida.
Inteligência emocional
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- Publicado em Segunda, 06 Maio 2013 22:15
- Escrito por Teruo Monobe

Já faz algum tempo que apareceu o conceito de inteligência emocional (QE). Desde que surgiu, a inteligência emocional passou a ser considerada crucial para qualquer indivíduo em uma organização. E virou moda.
Passado algum tempo, a inteligência emocional continua a ser um conceito muito importante.
Para quem ainda não sabe, inteligência emocional é a habilidade necessária ao indivíduo para identificar, avaliar e controlar suas próprias emoções e as das outras pessoas ou grupos.
Não faz muito tempo, valia o quociente de inteligência (QI). Aliás, ainda hoje o QI é válido.
Continua sendo primordial ter QI para entrar em uma empresa, mas é a inteligência emocional que pode manter a pessoa no cargo, e ajudar a galgar cargos mais altos.
Lidando com riscos
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- Publicado em Segunda, 29 Abril 2013 16:41
- Escrito por Teruo Monobe

Com frequência aparece sempre a menção de riscos na carreira de um profissional. Já até comentamos neste espaço algo a respeito. Mas, não custa enfatizar a importância dos riscos na carreira.
Aliás, riscos existem em todo o lugar. Se alguém tivesse tanto medo de risco, não sairia de casa. Essa atitude passiva também leva algum risco. E se desabar o prédio em que o indivíduo está? É como dizia um personagem de um livro de Guimarães Rosa, “viver é perigoso”.
Infelizmente, o azar é algo que não é previsto. E pode ocorrer em qualquer lugar e em muitas circunstâncias. Às vezes, muitos dos azares não têm nem cobertura de seguro, as seguradoras não têm como calcular o risco contra o azar de um segurado.
Voltando à questão dos riscos na carreira, obviamente, não se considera a possibilidade de ocorrer algum azar. Ninguém leva em conta essa perspectiva. Os riscos, portanto, não contêm essa possibilidade. Eles decorrem sempre da ação do profissional.
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