Reproduções do livro "25 de Março, Memória da Rua dos Árabes", de Rose Koraicho Reproduções do livro "25 de Março, Memória da Rua dos Árabes", de Rose Koraicho
Patrícia Cruz/Luz - 05/01/2006

Reproduções do livro "25 de Março, Memória da Rua dos Árabes", de Rose Koraicho

Lojistas e clientes acreditam que a rua terá atenção do poder público

Constituição inspirou o nome

Por Davi Franzon

Até a canalização do trecho do rio Tamanduateí que cortava a região, a 25 de Março levava o nome de rua da Várzea do Glicério. Depois virou rua das Sete Voltas. No final do século 19, rua de Baixo ou Baixo de São Bento.

Neste período, o comércio de São Paulo estava concentrado na Florêncio de Abreu. Mas a canalização e aluguéis altos levaram comerciantes e os novos imigrantes, a maioria de origem árabe, para mais junto ao rio.

O nome 25 de Março data do início do século 20, em homenagem à promulgação da primeira Constituição Brasileira, em 25 de Março de 1824, por de D. Pedro I.

 

 

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