01/07/09
Castelo no oceano

Gênio do papel. É como alguns fãs chamam o artista japonês Wataru Itou, que criou este castelo de papel para exibição em um evento em Tóquio. As diferentes iluminações são capazes de transformar o mesmo castelo em diversas obras de arte. Cortado e montado peça a peça, o castelo foi colocado em exposição em uma área próxima ao mar chamada Uminohotaru, uma espécie de centro de lazer nos arredores da capital japonesa.

 

 

30/06/09
Restauradores de obras de arte

Retiraram a camada de argila que encobria as imagens de São Paulo, que aparecem rodeadas por um círculo vermelho de tonalidade forte. A pintura retrata um rosto magro e comprido, com barba escura e fina na ponta, cabeça calva, nariz grande e ar pensativo.


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28/04/09
Raio-x

Um Big Mac pode ser lindo? E um prato de salada de ovo? Para o artista nova-iorquino Satre Stuelke, podem. É só radiografá-los.

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www.radiologyart.com

 

 

13/04/09
Ele é o cara! (da caneta Bic)

O espanhol Juan Francisco Casas sai por aí com uma câmera digital a tiracolo registrando cenas que lhe chamam a atenção. Depois, reproduz as fotos em enormes desenhos – feitos com canetinhas Bic. O resultado são ilustrações impressionantes. Ele chega a usar até quatro canetas por tela e seu trabalho pode ser conferido em sua página na internet.

Reprodução/site

 

 

03/04/09
Sal

O sal, que no Japão é usado em rituais de nascimento e morte e tem um forte apelo à tradição, é a matéria prima do artista japonês Motoi Yamamoto. Em um trabalho de imensa paciência, ele transforma grandes montes de sal em labirintos extensos e delicados. O labirinto, diz ele, é o lugar das lembranças, das lendas, dos mitos e da cultura japonesa.

Cada pequena folha de cerejeira é 'esculpida' milimetricamente com finos grãos de sal até ocupar todo o chão de uma sala de exposições. Cada obra de Motoi Yamamoto é única, e a única forma de eternizá-la é a fotografia. Uma vez desmontada, nunca mais a composição poderá ser repetida.

http://www.motoi.biz

 

 

02/04/09
Corpofone

Desenhos fundem instrumentos musicais à anatomia humana

Repare nas notas musicais anatômicas dos desenhos. As partes dos corpos acabam sendo continuação dos instrumentos, fundindo em um único ser-objeto os sons e os gestos. Essa série de gravuras feitas em grafite pelo artista Shawn Feeney apresenta figuras antológicas e anônimas, algumas bizarras. Uma mostra em São Francisco exibirá os trabalhos – que estarão à venda lá e online – do dia 6 até o final do mês.

Imagens: Reproduções

 

 

31/03/09
Imagens desenroladas

A artista plástica que se identifica apenas como iri5 criou uma série de retratos de músicos e artistas com fitas cassete desenroladas. Segundo ela, a inspiração é filosófica: ela acredita que somos feitos de pensamentos "guardados" em nossa embalagem, o corpo.

Reprodução/Site

Bob Dylan e Marilyn Monroe (abaixo)


Jimmy Hendrix, saído de um cassete



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http://www.flickr.com/photos/iri5/sets/72157611954107572/

 

 

24/03/09
Barack Obama na galeria dos horrores

A popularidade do presidente Barack Obama pode ser alvo de inveja de muitos simples mortais que não estão nem perto de assumir o cargo político de maior poder no planeta. Mas uma coisa é certa: tornar-se um político tão famoso e tão querido tem, também, suas enormes desvantagens. Uma delas é perder totalmente o controle sobre a própria imagem. Para ilustrar isso, foi criado um website inteiro para mostrar apenas Bad paintings of Barack Obama (algo como "Os piores retratos de Barack Obama", em tradução livre). Os artistas até são esforçados, mas o resultado é realmente ruim. E as imagens desta página são apenas uma seleção. Para ver outras ainda piores, visite o site.

Reprodução/site


Via Logo
www.badpaintingsofbarackobama.com

 

 

24/03/09
Lembranças feitas de post-it


Criação dos estudantes de comunicação visual suíços Cornelia Hess e Adrian Merz, este papel de parede faz parte de um projeto intitulado "Era uma vez... Inverno 1972". A proposta do projeto é evocar memórias de suas infâncias. Com o papel de parede formado por uma infinidade de Post-it brancos reunidos em uma base comum, eles transformam qualquer ambiente em uma espécie de paraíso nevado, em que as folhas de Post-it representam fragmentos de lembranças.

 

 

23/03/09
Animais no subsolo de Londres


A descoberta aconteceu quando, em 1988, o artista plástico Paul Middlewick, olhando para o mapa do metrô da cidade onde vivia, Londres, enquanto esperava pelo seu transporte diário, enxergou a figura de um elefante. Ele desenhou a figura e a divulgou e, a partir de então, muitos outros londrinos começaram a olhar fixamente para aquela mistura de linhas coloridas e pontos vermelhos na parede das estações. E novos animais foram surgindo. Mas o "pulo do gato" foi mesmo quando o metrô de Londres decidiu usar os desenhos como um modo de promover o trabalho de uma organização que defende a preservação dos animais. Os bichos desenhados nos mapas do metrô viraram cartazes, livros, camisetas e até lingerie, itens à venda no site da campanha - que foi premiada em 2008. A arrecadação das vendas é revertida em fundos para a International Fund for Animal Welfare (IFAW).

 

 

16/03/09
Safra artística nos arrozais


Atradição se estabeleceu na pequena cidade de Inakadate em 1993. A cada ano, os agricultores locais se reúnem, escolhem uma obra de um artista célebre, como o japonês Katsushika Hokusai, e a reproduzem nos arrozais de uma área específica da cidade. Ao longo do tempo, a tradição foi abrindo espaço para outras figuras, como personagens míticos e históricos do Japão e até da arte ocidental – eles já reproduziram até a Mona Lisa. A cada ano, cerca de 900 agricultores trabalham voluntariamente no projeto. Plantam o arroz de acordo com o desenho escolhido e, depois, é esperar que a vegetação cresça. A variedade de cores das figuras é resultado das quatro variedades diferentes de arroz que são predominantes na região.

Luke MacGregor/Reuters

Os agricultores de Inakadate, cidade japonesa em que a principal
atividade econômica é a cultura do arroz, fazem dos campos uma
homenagem à tradição do artista japonês Katsushika Hokusai

Via Logo
http://www.pinktentacle.com/2007/07/pimp-my-rice-paddy/
http://www.am.askanet.ne.jp/~tugaru/z-inakadate.htm

 

 

11/02/09
Museus a céu aberto

O graffiti é uma das artes mais populares nas grandes cidades, repletas de superfícies de concreto gritando por cor e beleza. Para quem pensa que todos os graffitis são iguais, o site Graphicfetish traz uma seleção dos dez principais tipos de graffiti encontrados mundo afora: há desde formas interativas, em que a artte ganha sentido nas cenas cotidianas, até graffitti de luz. Confira.

Fotos: Reprodução

Via Logo
www.graphicfetish.com/urban-art-top-10-graffiti-ideas-at-their-finest/

 

 

06/02/09
Sátira dos bons e velhos tempos

Esta brincadeira do artista Diogo Soares com a sociedade portuguesa bem pode se estender a outras sociedades ocidentais. Em sua visão, a evolução da educação a palmatória para o ensino menos rígido, foi um bom negócio para os alunos. Nem tanto para os professores. E, em termos de diversão, os portugueses continuam todos vidrados em um símbolo circular: antes, o da proibição, agora, o da bola em campo. Vale a pena conferir no site o que ele fala sobre política, trabalho, moradia...

Fotos: Reprodução

Via Logo
www.diogosoares.com

 

 

05/02/09
A dança do contra ou a favor

Aartista norte-americana Linda Hesh (acima) adora criar situações inusitadas com seus trabalhos. Um exemplo é o conjunto de dois bancos que ela instala em locais estratégicos de algumas cidades e, depois, incita o público a manifestar suas opiniões sobre sexo, gênero, política, religião, sociedade e comportamento. O sucesso do "contra" ou "a favor" ela registra em seu website.

Fotos: Reprodução


Casal multirracial contra o conflito árabe-israelense


Contra a Pobreza


A favor de barras para os macacos se pendurarem e das lhamas


A favor do casamento gay

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www.lindahesh.com/html/benches/

 

 

22/01/09
O ano 2000 em 1910

A Bibliothèque Nationale de France mantém em seu site uma coleção de cartões publicados em 1910 que mostra como a sociedade da época imaginava o ano 2000. As obras de arte - e também de ficção científica - foram criadas pelo artista Villemard e eram colocadas como brindes em embalagens de alimentos da época. Nas ilustrações, o cotidiano do ano 2000 parece bastante promissor.

As invenções, todas voltadas para melhorar a qualidade de vida e o conforto cotidiano, mostram uma crença sem restrições na ciência e na tecnologia como caminhos para o progresso. As inovações tecnológicas imaginadas contrastam com a moda que, nas ilustrações, permanece a mesma da Belle Époque francesa: corpos cobertos, saias rodadas e muita elegância.

Reprodução

Barbeiros substituídos por robôs de vários braços


Maquiagem e cuidados com a beleza controlados por botões


Na escola, os livros são lidos pela máquina e absorvidos por fones


No alfaite, roupa nova fica pronta logo depois de tirar medidas


Carros de guerra com alto poder de destruição


Tráfego aéreo intenso e ruas reservadas aos pedestres

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http://expositions.bnf.fr/utopie/feuill/index.htm

 
 
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