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Apesar do menor número de medalhas de ouro e da queda no ranking, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) encontrou um critério para destacar a participação brasileira nos Jogos de Pequim. "Foi mais um passo no processo de evolução do esporte brasileiro", disse o presidente Carlos Nuzman.
Foto: Rubén Garcia/EFE |
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Nuzman não quer que se comparem quatro anos de trabalho com 15 dias
de Jogos. |
O dirigente considerou um destaque a presença em 38 finais e as 29 disputas diretas pelo ouro. Em Atenas/2004, foram 30 finais e 17 disputas. "O Brasil saiu-se muito bem. O trabalho feito no esporte em quatro anos não pode ser analisado pelo desempenho de 15 dias. O crescimento do Brasil é inequívoco."
Sem analisar individualmente cada resultado, Nuzman disse que "para se ter uma evolução qualitativa é preciso mais recursos". Segundo o dirigente, foram investidos R$ 160 milhões, R$ 70 milhões a mais do que em Atenas há quatro anos. "Espero que mais patrocinadores possam investir no esporte." As três medalhas de ouro e o 23.º lugar na classificação não foram encarados como um fracasso.
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