| O discurso da Seleção Brasileira feminina de futebol já está ensaiado: ninguém quer saber da medalha de prata, amanhã na partida contra os Estados Unidos, a partir das 10h (horário de Brasíllia) A prata já foi conquistada há quatro anos, em Atenas, e nenhuma das jogadoras ficará satisfeita com outro segundo lugar na competição. O que pode parecer ótimo para as outras equipes não é nada bom para a brasileira.
Alexander Demianchuk/Reuters |
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| Cristiane, Formiga e Daniela afinadas no discurso. Não querem ganhar a prata. |
"Ninguém aqui pensa na prata. O segundo lugar não existe para nós. O nosso objetivo desde o início da competição é conseguir o ouro. Essa é medalha que todos estão esperando, nós aqui em Pequim e o pessoal lá no Brasil", disse a atacante Marta,
Cristiane, a maior artilheira olímpica ao lado da alemã Prinz, com dez gols (cinco em Atenas e cinco em Pequim até agora), pensa igual. "Qualquer conquista diferente disso não será o que planejamos"
Além disso, os Estados Unidos foi o adversário da final em Atenas. E levou a melhor. Mas o time não parece incomodado com isso, principalmente depois de derrubar as alemãs - para quem também perdeu o primeiro lugar, na Copa do Mundo do ano passado.
Jorge Barcellos - O treinador, após a Olimpíada, deve aceitar convite para trabalhar na China. Não é de hoje que Barcellos é sondado pela Federação Chinesa. Durante a Copa do Mundo feminina do ano passado, chegou a se reunir com dirigentes chineses, mas não deu certo. Barcellos ganhando ou perdendo encerra o seu ciclo na equipe. (AE) |