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18/08/08
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BOXE
Brasileiros lutam amanhã pelo pódio
Dois baianos podem acabar amanhã com um jejum de 40 anos do Brasil no boxe. Eles lutam pelas quartas-de-final, e com mais uma vitória garantem a medalha que o País não vê desde o México-68, com Servílio de Oliveira - isso porque no boxe não tem decisão de bronze.
Paulo Carvalho, natural de Gandú, treina com o ídolo Popó. Na categoria mosca-ligeiro (até 48kg), pega o cubano Yampier Hernandez, a quem já derrotou uma vez.
Washington Alves é de Cruz das Almas e treina no Corinthians. Pega o irlandês Kenny Egan no meio-pesado (até 81kg). Se vencer, promete levar a bandeira alvinegra ao pódio. |
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VELA
Scheidt e Prada ganham a primeira
Demorou, mas o vento forte apareceu na raia de Qingdao e ajudou Robert Scheidt e Bruno Prada, que conseguiram a primeira vitória na classe Star. Eles lideraram quase toda a prova e estão em sétimo na classificação geral, com 28 pontos, apenas sete a mais que os líderes, os poloneses Mateusz Kusznierewicz e Dominik Zycki. Até ontem, haviam sido disputadas só quatro regatas - haveria mais três nesta madrugada.
Quem também aproveitou o vento forte e a chuva foi Ricardo Winicki, o Bimba, que começou a se recuperar na RS:X e já está em sexto lugar no geral, com 40 pontos. O líder é o neozelandês Tom Ahsley, com 25. |
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BASQUETE
Vitória na despedida diminui vexame
De nada adiantou à seleção feminina de basquete vencer a Bielo-Rússia por 68 a 53, ontem, a não ser para reencontrar um pouco de dignidade e evitar o vexame e voltar para casa apenas com derrotas.
O Brasil entrou em quadra já sem chances de classificação, após quatro derrotas nos primeiros jogos, mas as meninas jogadoras se esforçaram para melhorar um pouco a imagem deixada na China pelo basquete nacional, afundado em uma das piores crises de sua história.
“A equipe teve de usar a Olimpíada para ter entrosamento e experiência. Crescemos aos poucos”, lamentou o técnico Paulo Bassul. |
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HANDEBOL
Brasil cai 2 posições em relação a Atenas
A participação da seleção brasileira feminina de handebol em Pequim acabou ontem, com a derrota por 25 a 22 para a Suécia, que deixou a equipe fora das quartas-de-final, apenas com a nona posição.
Apesar da piora em relaçao a Pequim, quando o Brasil chegou em sétimo lugar, o técnico Juan Oliver viu uma evolução no trabalho.
“Faltam poucos detalhes para alcançarmos os europeus. Um deles é não ter medo de ganhar, mas isso só se consegue com maturidade”, explicou o espanhol, que está há três anos no cargo e não sabe se vai continuar. “Hoje os outros times se preocupam em estudar o Brasil.” |
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