São Paulo, 22 de Julho de 2017

/ Opinião

Um 2015 de grandes realizações pessoais e coletivas
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Que imperem no Brasil a harmonia, a cooperação, a confiança e a solidariedade para construirmos juntos o caminho da retomada do desenvolvimento

Celebra-se nesta semana o Natal, que é a festa máxima da Cristandade e que nos convida para momentos de reflexão, confraternização e solidariedade. Para os que são religiosos, também é época de oração.

Para o comércio, a data representa uma grande oportunidade de vendas, influenciada pelo costume da troca de presentes e, especialmente, pelo ingresso de substancial volume de recursos provenientes do 13º salário. O benefício, por representar uma renda adicional, estimula compras, viagens e outras atividades.

Como dezembro ainda não acabou, e falta a divulgação de dados importantes da economia, não é hora de se fazer o balanço do ano, mas apenas de transmitir aos membros da Associação Comercial de São Paulo e de todas as associações que integram a FACESP -seus diretores, conselheiros, associados e colaboradores – e ao povo paulista e brasileiro, os votos de um Feliz Natal e de um 2015 de grandes realizações pessoais e coletivas.

Ao formularmos votos de que o próximo ano seja de realizações, não ignoramos as dificuldades da economia brasileira e seus problemas, agravados por um cenário externo desfavorável. Os brasileiros já demonstraram em diversas oportunidades sua capacidade de superação. E temos a certeza de que os empresários saberão enfrentar os enormes desafios que terão pela frente em 2015. Confiamos que o espírito empreendedor, a capacidade de trabalho, a coragem de assumir riscos e a criatividade contribuirão para que, no próximo ano, o país supere o período do inevitável ajustamento e correção de distorções.

Feliz Natal, e que em 2015 imperem no Brasil a harmonia, a cooperação, a confiança e a solidariedade para construirmos juntos o caminho da retomada do desenvolvimento.

 



Alguns açodados analistas, não compreendendo as altas responsabilidades de presidir um órgão dessa magnitude, passou a cobrar de Paulo Rabello de Castro medidas autoritárias.

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