São Paulo, 29 de Maio de 2017

/ Opinião

PT, mal infinito
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Está insuportável ter que aturar esse tipo de gente, que destruiu o país, roubou a nação, tentando estar por cima e ditar regras

É preciso, num regime democrático, que aprendamos a tolerar os contrários, a conviver com o pensamento diferente, a respeitar diferenças.

Na teoria é uma beleza e tenho convicção que a ampla maioria dos brasileiros de bem exercitam isso no seu dia-a-dia.

Difícil, todavia, é ter que suportar, de forma insistente, mentirosa, cínica, arrogante, quem assim não age e, ainda, quer impor sua verdade, como se fosse a única.

Está é uma razão de peso (da corrupção nem menciono agora) pela qual digo que está cada dia mais difícil ouvir, ver, ler, declarações de Lula, Dilma, et caterva, sem ter engulhos, vontade de vomitar, com perdão do leitor.

A fala de Lula na noite de segunda passada na TV, no horário do PT, foi novo insulto aos brasileiros.

Mentiroso, megalomaníaco, enganador, esgotou em 30 segundos seu arsenal de canastrices. Ofende o povo em nome de protegê-lo.

A entrevista de Dilma na edição da Folha de S.Paulo desta terça (04/04) foi mais uma confissão de boçalidade. Perdoe mais uma vez o leitor tamanha adjetivação.

Está insuportável ter que aturar esse tipo de gente, que destruiu o país, roubou a nação, tentando estar por cima e ditar regras.

Ler artigos ou ouvir discursos, declarações, de parlamentares e altos dirigentes do PT, é um sacrifício hoje em dia.

Todos sabemos já quem são.

A senadora Gleisi Hoffman ,assim como o marido, indiciados por crimes, quer estar acima da lei. Quer presidir o PT e fala grosso como se ela e o marido, ex-ministro Paulo Bernardo, esperassem a beatificação. Quando já são réus.

Se eu fosse descrever um a um os desatinos lulo-petistas e dos demais políticos e governantes que dominam a cena nacional, passaria dias relatando o tanto que esse tipo de gente que domina o país há séculos faz mal à população brasileira.

Para não cansar o leitor, fica o título: o lulopetismo e todos que dele fazem parte são um mal infinito para o Brasil.

Quo usque tandem abutere, PT, patientia nostra ?

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As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem, necessariamente, com as do Diário do Comércio

 

 

 



Não se trata de proteger a sonegação fiscal e sim de ajudar as empresas inadimplentes vítimas da recessão a se reequilibrarem, diante da falta de caixa e de crédito

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Está tudo tão confuso, tão degenerado, tão nojento que dá vontade de seguir a música que o cantor Silvio Brito interpreta tão bem: “para o mundo que eu quero descer...”

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A sociedade não tem um projeto para o dia seguinte. Parece que tudo se limita a Lava-Jato, às prisões e delações

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