Opinião

O embusteiro (adivinhe quem?)


O verdadeiro caráter de Lula sobressai quando desvia a atenção para sua falecida esposa, Marisa Letícia, atribuindo-lhe responsabilidade por situação para as quais não tem resposta


  Por Paulo Saab 11 de Maio de 2017 às 11:14

  | Jornalista, Bacharel em Direito, professor universitário e escritor.


Lula foi no depoimento ao juiz Sergio Moro o que ele sempre foi e é. Um embuste.

Mentiu, enrolou, tentou manipular, tentou forçar intimidade por comparações de situação de vida e, como sempre, também, alegou nada saber.

O verdadeiro caráter sobressai quando, a mando ou não dos advogados, desvia a atenção para sua falecida esposa, Marisa Letícia, atribuindo-lhe responsabilidade por situação para as quais não tem resposta. Na verdade, tem, mas não pode dizer.

Tentou ser esperto para cima do juiz e só revelou seu analfabetismo, chamando deslavada de desvalada, o que se perdoa pelo nervosismo aparente.

E referindo-se ao sistema de projeção como “pauê ponti”. Isso seria irrelevante, pois todos sabem tratar-se de um apedeuta.

Deixou, uma vez mais, claro para quem discerne, pensa, no país, que não tem o mínimo preparo e foi presidente da República por oito anos. Dever ser por isso que o Brasil vive sua mais profunda crise de toda a história.

Lula se revela como também é notório, um falacioso de ocasião. Sobre mandar prender diz que não é certo dizer isso, mas falou e vai falar como fala tantas coisas no uso de força de expressão. Cínico deslavado.

Não acho que possa acrescentar algo ao juízo do leitor me estendendo nesse assunto. Meu leitor pensa, e quem pensa sabe do que estamos falando e do mal que assolou o país e ainda assola e ameaça no futuro.

Mas uma coisa é certa: o lulopetismo, a esquerda anacrônica, o atraso já histórico e secular do socialismo, são uma espada permanente sobre a nação brasileira.

Usam dos benefícios de liberdade total da democracia para ataca-la e derruba-la e se assenhorarem do comando ditatorial do país.

Também não sigo novidade. Mas vale repetir pela premência e ousadia dos criminosos que se acham ainda acima de tudo, de todos, da lei.
Suportar narizinhos, jandirões, lindobergs corruptos, para citar apenas alguns ainda em liberdade, me vira o estômago.

Como liberal respeito posições diferentes, defendo a coexistência civilizada. O problema é que aqui se trata de gente fanática, sem tirocínio e nenhum pudor moral. Assaltantes do povo usando a pobreza ignorante como massa de manobra.

O preço da liberdade , já se disse, é a eterna vigilância. E a mobilização e organização.

Como disse Tancredo, bem antes de saber como agiria seu neto na política, em outra época, mas podendo ser adaptado agora: não vamos nos desmobilizar. Ao contrário.

É hora dos brasileiros decentes, do bem, liberais de verdade, se unirem e não sai das ruas até derrotar de vez os criminosos que se acham donos da vontade popular e do país.

Não passam de um bando de criminosos. Metidos a salvadores da pátria enquanto a assaltam.

O Brasil de hoje é um grande clichê.

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