São Paulo, 28 de Setembro de 2016

/ Opinião

Nós e eles
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Estou cansado da preservação de dicotomias vazias que encobrem os malfeitos partidários

Seguindo apenas efeito de raciocínio, a odiosa política separatista de “nós” e “eles”, criada pelo flagelo petismo-lulismo-dilmismo, fia mesma a sensação de que “eles”, não entenderam nem entendem o que está acontecendo no país.

Vibram com meia a dúzia de gente a menos nas ruas, ou com qualquer sinal que possam interpretar, ou se agarrar, de que a insatisfação generalizada que há no Brasil é fruto de golpes ou maquinações destinadas a favorecer a direita contra a esquerda, ou qualquer bobagem que possa servir de escudo para o que não querem ver.

Talvez, nessa divisão, eu deva ser mais explícito. Se precisar, apedeutas, desenho. Mas vamos lá.

Eu estou cansado

Tu (brasileiro) estás cansado

Eles (brasileiros) estão cansados.

Nós (brasileiros) estamos cansados.

Vós (os brasileiros) estais cansados

Eles (os brasileiros) estão cansados.

Estamos, nós os brasileiros do bem, honestos, decentes, trabalhadores de verdade, pagadores de impostos, respeitadores da lei, cansados do que por mais de doze anos os petistas e coligados de interesses estão fazendo com nosso país.

E não se trata de elite branca, de burguesia, de qualquer conotação ou desculpa ideológica que se queira dar, atrás das quais se escondem os que sabem estar agindo errado.

Trata-se de cansaço pelo abusivo uso da coisa pública como se fosse de um partido político, de um grupo de governantes, parlamentares, maus empresários e periferia que orbita em torno do poder, enriquecendo as erenices da vida, agredindo ostensivamente a população trabalhadora brasileira.

Se há mil pessoas nas ruas a mais, ou mil a menos, é falta do que falar da cobertura da mídia, de uma fraqueza desalentadora, ainda mais nas transmissões diretas, ou necessidade de muletas para quem, acuado num governo e num desempenho político e econômico medíocre, busca ar como peixe fora d´água.

O brasileiro, e cada vez aumenta mais nas pesquisas o número de insatisfeitos, em todas as camadas econômicas populares, está cansado de tanta roubalheira. De tanta mentira. De tanto despudor. De tanta falta de ética. De tanta ousadia. Sem o contraponto do crescimento e da melhoria da qualidade de vida, como existe na propaganda bilionária do governo.

O brasileiro, independentemente de partido ou cor ideológica, aquele que tem dentro de si, ainda, o verdadeiro orgulho do verde e  amarelo e repudia o vermelho, está cansado de ser feito de idiota. De ser tratado como idiota. De engolir sapos barbudos ou não que arrogantemente se autoproclamaram donos do Brasil e da vontade de sua gente.

Não sou propriamente a pessoa adequada para citar a Bíblia, mas esta diz que “a verdade vos libertará”. E a verdade sobre o que é o PT, quem são os petistas e aderentes de ocasião, veio à tona e está libertando os brasileiros das mentiras ainda hoje propagadas como mantras da verdade.

E o brasileiro está se libertando. O que para a apedeuta Lula é declaração de guerra, da guerra civil que ele deseja entre “eles” e “nós”.

A propaganda, novamente negativa para o país, de tão mentirosa, que o PT pôs no ar, mostra uma cela fechando a porta e dizendo que nunca se prendeu tanto bandido como no governo petista.

Faltou dizer... Dirceu, Genoíno, Cunha, Vargas, para citar alguns em nome de quem homenageio todos os demais, membros da alta cúpula petista, presos e condenados, e mesmo alguns já beneficiados pelo tráfico de influência nas altas cortes, carimbados para sempre como criminosos, inimigos do povo brasileiro.

Essa é a diferença real entre “eles” e “nós”. E não vai demorar muito para as cadeias estarem novamente cheias de “heróis” brasileiros. Dos mais altos postos também.

 



Também foram denunciados pelo Ministério Público a mulher dele, Marisa Letícia da Silva, e outras seis pessoas, entre elas Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula

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