São Paulo, 30 de Maio de 2017

/ Opinião

Explorando a pobreza
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A alegação de Lula de que a governanta deu as “pedaladas”, ou seja, crime fiscal, para pagar as bolsas dos pobres, é para pessoas incapazes e uma afrontosa confissão de culpa

Quem em pleno gozo de suas faculdades mentais pode ser a favor de existir pessoas com dificuldades para obter alimentos, moradia, escolas, hospitais, acesso aos bens de consumo, e a uma vida digna, decente?

Só pode ser a favor de existir a pobreza exacerbada, quando os recursos jorram pelos ladrões (figurativamente e na realidade) quem vive de explorar essa situação, seja para fins eleitorais, seja para fins econômicos.

Nos estados mais pobres do país, as oligarquias que os dominam são trilionárias enquanto a população, mesmo governada por esses oligarcas, é dependente dos favores do poder.

O Brasil, na era Lula (Dilma é mera coadjuvante de segunda categoria) amplificou ao país todo esse modo de explorar a pobreza, em nome de combatê-la, enquanto os petistas, ao menos uma boa parcela deles, não tem mais onde por dinheiro (desviado, sujo).

É uma espécie regra, clara, para quem observa. Usam dos meios do poder público destinados a melhorar a vida da população para melhor as suas vidas, enquanto fazem propaganda custosa para alardear um mínimo que não muda o status quo, mas cria uma imagem de paraíso.

Quando são descobertos, o que não esperavam que acontecesse, partem para o que sabem fazer melhor, discurso agressivo, em nome da moralidade e buscando desqualificar quem os aponta como malfeitores.

Tem sido essa a tônica. Mentem, mentem, mentem à lá Goebels, segundo quem, uma mentira dita mil vezes se tornava realidade.

Espírito nazista, ideologia comunista e visão socialista, para acobertar o saque a recursos que deveriam ser de todos os brasileiros.

A fúria ilógica, tentando criar uma lógica discursiva, com que os defensores do petismo se lançam, é baseada no pressuposto de que todos os brasileiros, sem exceção, são desinformados, ignorantes, incapazes de discernir a realidade.

Devem, assim, ser tratados como crianças a serem cuidadas pelo titio Lula, pela Dilminha, porque protegem os pobres da sanha dos burgueses, dos que odeiam pobres. E continuam enfiando a mão em dinheiro público, produto de corrupção que desidrata o país, enquanto enriquecem despudoradamente.

A alegação de Lula de que a governanta deu as “pedaladas”, ou seja, crime fiscal, para pagar as bolsas dos pobres, é para pessoas incapazes, intelectualmente deficitárias, e uma afrontosa confissão de culpa de que os fins, mesmo mentirosos, justificam os meios. De novo o nazismo permeando o petismo.

Com 44 anos de prática do jornalismo, inclusive, durante o regime militar, onde fui censurado e detido duas vezes, por bobagens, nunca vi tanto desprezo pelo Brasil, tanta má-fé e vontade de enganar os brasileiros, como tem acontecido na era Lula.

E podem pesquisar só os defendem hoje (o lulopetismo) aqueles que de um modo outro vivem das tetas dos cofres públicos. Seja direta, indireta ou criminosamente.

Isso cansa demais.

 

 



Não se trata de proteger a sonegação fiscal e sim de ajudar as empresas inadimplentes vítimas da recessão a se reequilibrarem, diante da falta de caixa e de crédito

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Está tudo tão confuso, tão degenerado, tão nojento que dá vontade de seguir a música que o cantor Silvio Brito interpreta tão bem: “para o mundo que eu quero descer...”

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A sociedade não tem um projeto para o dia seguinte. Parece que tudo se limita a Lava-Jato, às prisões e delações

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