São Paulo, 26 de Março de 2017

/ Opinião

Explorando a pobreza
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A alegação de Lula de que a governanta deu as “pedaladas”, ou seja, crime fiscal, para pagar as bolsas dos pobres, é para pessoas incapazes e uma afrontosa confissão de culpa

Quem em pleno gozo de suas faculdades mentais pode ser a favor de existir pessoas com dificuldades para obter alimentos, moradia, escolas, hospitais, acesso aos bens de consumo, e a uma vida digna, decente?

Só pode ser a favor de existir a pobreza exacerbada, quando os recursos jorram pelos ladrões (figurativamente e na realidade) quem vive de explorar essa situação, seja para fins eleitorais, seja para fins econômicos.

Nos estados mais pobres do país, as oligarquias que os dominam são trilionárias enquanto a população, mesmo governada por esses oligarcas, é dependente dos favores do poder.

O Brasil, na era Lula (Dilma é mera coadjuvante de segunda categoria) amplificou ao país todo esse modo de explorar a pobreza, em nome de combatê-la, enquanto os petistas, ao menos uma boa parcela deles, não tem mais onde por dinheiro (desviado, sujo).

É uma espécie regra, clara, para quem observa. Usam dos meios do poder público destinados a melhorar a vida da população para melhor as suas vidas, enquanto fazem propaganda custosa para alardear um mínimo que não muda o status quo, mas cria uma imagem de paraíso.

Quando são descobertos, o que não esperavam que acontecesse, partem para o que sabem fazer melhor, discurso agressivo, em nome da moralidade e buscando desqualificar quem os aponta como malfeitores.

Tem sido essa a tônica. Mentem, mentem, mentem à lá Goebels, segundo quem, uma mentira dita mil vezes se tornava realidade.

Espírito nazista, ideologia comunista e visão socialista, para acobertar o saque a recursos que deveriam ser de todos os brasileiros.

A fúria ilógica, tentando criar uma lógica discursiva, com que os defensores do petismo se lançam, é baseada no pressuposto de que todos os brasileiros, sem exceção, são desinformados, ignorantes, incapazes de discernir a realidade.

Devem, assim, ser tratados como crianças a serem cuidadas pelo titio Lula, pela Dilminha, porque protegem os pobres da sanha dos burgueses, dos que odeiam pobres. E continuam enfiando a mão em dinheiro público, produto de corrupção que desidrata o país, enquanto enriquecem despudoradamente.

A alegação de Lula de que a governanta deu as “pedaladas”, ou seja, crime fiscal, para pagar as bolsas dos pobres, é para pessoas incapazes, intelectualmente deficitárias, e uma afrontosa confissão de culpa de que os fins, mesmo mentirosos, justificam os meios. De novo o nazismo permeando o petismo.

Com 44 anos de prática do jornalismo, inclusive, durante o regime militar, onde fui censurado e detido duas vezes, por bobagens, nunca vi tanto desprezo pelo Brasil, tanta má-fé e vontade de enganar os brasileiros, como tem acontecido na era Lula.

E podem pesquisar só os defendem hoje (o lulopetismo) aqueles que de um modo outro vivem das tetas dos cofres públicos. Seja direta, indireta ou criminosamente.

Isso cansa demais.

 

 



Urge a criação de uma vara criminal voltada a julgar casos de danos ao patrimônio ou ao serviço (caso dos ônibus) públicos e uma cadeia que acolha imediatamente os presos em flagrante

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A política brasileira está tão fora de sintonia com a realidade do país e os políticos tão preocupados em salvar a sua pele que já se começa a difundir a ideia de que a culpada de toda essa tragédia que assola o país é a Lava Jato!

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Respeitar o comando constitucional, que impõe a reserva de matérias para edição de lei complementar, traz mais segurança jurídica, especialmente em questão tributária

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