São Paulo, 25 de Abril de 2017

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Sebrae aconselha empresários a evitar paralisia em tempos de crise
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Luiz Barretto, que dirige a entidade de apoio às micro e pequenas empresas, falou em evento da CNI sobre a importância dos pequenos negócios na cadeia produtiva

Neste momento de ajuste da economia, é preciso que os empreendedores tenham cautela, mas não fiquem paralisados. A avaliação é de Luiz Barretto, diretor-presidente do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). 

"É preciso ter essa mentalidade. Não conheço grande e pequeno empreendedor que esteja parado. Todos estão procurando uma forma de melhorar a produtividade", disse em São Paulo, nesta quarta-feira (13/5), durante o 6º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela entidade que ele, Barreto, preside.

Destacou ainda a necessidade de avanços na legislação de modo a contribuir para o aumento da competitividade da indústria brasileira e ressaltou a importância da integração entre companhias de diferentes portes. "Um ecossistema legal é fundamental para que tenhamos avanços", pontuou. 

O Sebrae atende cerca de 2 milhões de empresas a cada ano, das quais 164 mil são da indústria, o que representa 16% dos seus clientes.

Para Barretto, uma indústria forte é imprescindível para o crescimento de um país e, independentemente do porte da empresa, é importante que todas estejam alinhadas. "As grandes empresa precisa de uma cadeia de fornecedores preparada para inovação, todos os elos precisam ser competitivos, ter mais produtividade", afirmou.

Barretto afirmou que o Sebrae tem investido fortemente em inovação e que de 2015 a 2018 já foram aprovados mais de R$ 2 bilhões para projetos de inovação. "Uma delas é o agente local de inovação, que acompanha 40 empresas durante dois anos e orienta sobre inovação", disse, detalhando que são quase 50 mil empresas com 1500 agentes em campo.



A piora no índice se deve à percepção negativa sobre o cenário atual dos negócios. Mesmo assim, o indicador permanece acima de 50 pontos, o que sinaliza otimismo

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De acordo com pesquisa do Sebrae, de cada 10 empresas que estão nesse sistema de tributação, oito se mantêm ativas após o segundo ano

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Na comparação com igual período de 2015 houve queda de 0,2%, de acordo com a CNI

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