São Paulo, 06 de Dezembro de 2016

/ Finanças

Todos os índices de que você e sua empresa precisam estão aqui
Imprimir

Conheça a nova versão dos indicadores econômicos e financeiros do Diário do Comércio

A divulgação de indicadores econômicos voltou ao Diário do Comércio, mas agora com atualização rápida para as taxas de câmbio e variação da bolsa de valores. Os principais índices de inflação e respectivos fatores de reajuste para o cálculo de contratos agora estão ao alcance de dois cliques.

O Diário do Comércio, na versão digital, voltou a disponibilizar aos leitores os indicadores econômicos, que podem ser acessados no link Taxas e Cotações, no menu azul à esquerda, na página inicial. A diferença é que, agora, os principais dados do mercado financeiro são atualizados rapidamente. 

Não é mais necessário esperar o dia seguinte para conferir as taxas de dólar, euro, libra esterlina e iene. O mesmo vale para a bolsa de valores. Os indicadores de rápida atualização são produzidos pela Agência Estado. 

Ao todo, são mais de 40 índices, taxas e cotações que fazem a diferença para o seu negócio.

Ou seja, voltam a ser divulgadas as informações que o Diário do Comércio já disponibilizava na página Indicadores Econômicos. Lá é possível consultar índices de inflação, fatores de reajustes, além de dados sobre contribuição social e de Imposto de Renda, e taxas de juros das modalidades de crédito.    

Já na página Taxas e Cotações, o leitor terá acesso a novidades, como as taxas que definem o rendimento de aplicações financeiras. 

NOVIDADE: MAIS INDICADORES FINANCEIROS

Nesta área, o Diário do Comércio passa a divulgar o rendimento não só da poupança, mas também de operações compromissadas e da aplicação CDB (Certificado de Depósito Bancário). 

Neste tópico, é possível consultar taxas prefixadas de aplicação de pequenas, médias e grandes quantias, em prazos que vão de 30 dias (1 mês) a 720 dias (2 anos). 

Outra novidade são as cotações de dois principais títulos do Tesouro Nacional: das LFT (Letras Financeiras do Tesouro) e das NTN-B (Notas do Tesouro Nacional – Série B). 

Um indicador extremamente importante e que é referência para o rendimento de diversas aplicações de renda fixa é o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), a taxa de juros praticada entre bancos. 

A partir de hoje, é possível consultar este indicador no acumulado do mês, mensal, no ano e seu fator acumulado. 

Antes de tomar uma decisão de investimento ou mesmo de atualizar e reajustar os contratos ativos, acesse a página de indicadores do Diário do Comércio.



Os dados dos indicadores de novembro de pesquisa da FGV mostram que o otimismo sobre a atividade econômica e com as contratações ao longo dos próximos meses parou de aumentar

comentários

No caso do empréstimo pessoal, o juro médio foi de 6,51%, inferior aos 7,05% de outubro, segundo pesquisa do Procon

comentários

Indicadores da FGV revelam que otimismo com relação ao futuro ainda não se reflete em melhora no mercado de trabalho

comentários