São Paulo, 23 de Julho de 2017

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Inflação paulistana fecha junho com alta de 0,05%
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Dos sete grupos pesquisados, habitação foi o que mais contribuiu para a reversão da queda do IPC, ao passar de uma taxa negativa de 0,36% (em maio) para uma alta de 0,88%

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, encerrou o mês de junho em ligeira elevação, de 0,05%, depois de ter atingido um recuo de 0,05% em maio.

No acumulado do ano, a taxa alcançou 0,99% e, nos últimos 12 meses, 2,47%.

Dos sete grupos pesquisados, o de habitação foi o que mais contribuiu para a reversão da queda do IPC, ao passar de uma taxa negativa de 0,36% (em maio) para uma alta de 0,88%.

Também ganharam força os preços observados nos grupos despesas pessoais (de 0,12% para 0,25%) e educação (de 0,09% para 0,14%).

Em compensação, o grupo alimentação, que mais compromete o orçamento doméstico, apresentou redução de 0,83% ante uma queda de 0,21%.

Foram registradas ainda quedas em transportes (de 0,31% para -0,33%) e vestuário (de 0,12% para -0,16%). Em saúde, houve decréscimo, com o índice passando de 0,72% para 0,04%.

A pesquisa da Fipe refere-se à variação de preços de bens e serviços consumidos pelas famílias com renda entre um e dez salários mínimos.



Com o aumento do PIS/Cofins sobre combustíveis, economistas já estimam um impacto de 0,51 ponto porcentual no índice de preços.

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Relatório Focus, do Banco Central, indica ainda que a mediana das projeções dos economistas para a Selic no fim de 2018 permanece em 8%, ante 8,50% de um mês atrás

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Porém, os resultados positivos dos dois últimos meses foram insuficientes para evitar a queda no acumulado do ano

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