São Paulo, 01 de Outubro de 2016

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A internet vestível encontra as marcas
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Como a evolução dos meios de conexão cria novos canais para aproximação junto aos consumidores

A internet deixou de ser novidade, mas as maneiras pelas quais nos beneficiamos das conexões a ela parecem ser infinitas. Primeiro, o dispositivo principal era o computador de mesa, que logo abriu espaço para o laptop.

Depois, entraram em cena os celulares inteligentes e os tablets. E agora, as novas fronteiras da rede estão intimamente ligadas aos objetos. Aí é que entram termos como internet das coisas, o “eu conectado” e dispositivos vestíveis.

Uma pesquisa da agência Mindshare, integrante do grupo de comunicação WPP, explorou as variáveis comportamentais dentro deste panorama e levantou hipóteses sobre como as marcas podem aproveitar tal cenário.

Baseada em uma metodologia que combinou oficinas cocriativas, estudos etnográficos e desenho de experiências, o projeto identificou seis aspectos a serem levados em consideração na era das tecnologias vestíveis:

Fluxo – objetos conectados podem tornar a vida mais fácil e leve – como abrir um cadeado, por exemplo;

Reflexão – mais tempo e recursos para se dedicar à qualidade de vida por meio de aplicativos e itens que acompanham a performance em exercícios físicos ou acompanham nosso ciclo de sono;

Afinidade – mais conexões com a família, amigos e grupos de afinidade, enviando abraços ou batidas do coração por meio de sensores;

Resultado – melhoria da eficácia em tarefas do dia;

Troca de valor – mapeamento e compartilhamento de dados que possam beneficiar o consumidor, como dados de saúde por parte de companhias de seguro;

Auto-expressão – usar dispositivos vestíveis para satisfazer necessidades estéticas e de status – como tecidos inteligentes ou os já conhecidos relógios de última geração, como Samsung Gear e Apple Watch.

Novas portas, com isso, abrem-se para a relação entre marcas e cidadãos. Seja no campo afetivo ou da vida prática, a tecnologia multiplica os canais de relacionamento interpessoal e geram uma necessidade cada vez maior de aproximação individual junto ao consumidor.

Outro fator importante: o domínio desses relacionamentos tende a gerar mais dados comportamentais e, com isso, incrementar e sofisticar as áreas de inteligência de mercado nas organizações.

E uma base de relacionamentos com este grau de detalhamento tende a gerar ações de marketing mais certeiras junto aos consumidores atuais e potenciais.

E você, como imagina seu futuro diante de realidades como esta?*

Para conferir o estudo completo da Mindshare, clique aqui.

 



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